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segunda-feira, 27 de março de 2017

Quem tem, tem medo...

Medo da Lava Jato? Claro, quem deve teme. Até Lula que está a tremer até nos fios do bigode. Até talvez esteja o motivo de a (grande) imprensa deixar as manifestações passarem às brancas nuvens. Até os MAV (militantes do ambiente virtual) passaram mais calados do que canário na muda.

Ontem não vi nada na TV a respeito das manifestações a respeito da Lava-Jato. Os jornais de hoje também se calaram. Hoje estive procurando os sites do Estadão, da Folha, da Veja e não vi quase nada a respeito das manifestações, a não ser algum artigo sem qualquer destaque. Procurei algo nas revistas semanais (Veja, Época e Isto É) e não encontrei comentários a respeito das manifestações em defesa da Lava Jato. Mas na três revistas lá estavam propagandas de página inteira da FriBoi, da JBF, da Seara, da indústria automobilística, dos grande bancos, e até do BNDES nas páginas da Época e da Isto É.

Bem, por que este silêncio? Medo? Tudo indica que sim. A começar pelos políticos. Todos eles que têm os seus nomes ligados às investigações sabem que avançaram o sinal. Os MAVs (Militantes do Ambiente Virtual) que se arriscam a aparecer desculpam os envolvidos que antes do PT também havia corrupção. Havia. Claro que havia. Mas com uma diferença: a corrupção de agora foi institucionalizada e desta forma do PT e os seus partidos aliados agiram de forma de contrariar os seus motes de campanha, de suas juras de defesa à empresas das empresas estatais. Ao invés de defenderem quebraram estas empresas. Petrobras, Eletrobras, e outras. Forçou o BNDES a ceder financiamento para empresas para capitalizá-las com o objetivo de dominar o mercado, como fez com a JBS. Quebraram o Estado para financiar empresas particulares, apesar de jurarem, de pé juntos, que são de esquerda.

Claro que dá para se entender de esta gente ser contra a Lava Jato e outros juízes, procuradores e policiais federais que investigam esta bandalheira que hoje conhecemos. Mas o que conhecemos, nós, brasileiros, não deve chegar a 1% do que já foi levantado. Os dados devem estar seguros em diferentes locais. A informática permite isto. Os investigadores sabem disto, melhor do que nós, pois quando a Lava Jato estava iniciando houve inicio de incêndio na sala contígua à sala de onde estavam as informações das investigações. A informação foi que o incêndio foi acidental. E se não tivesse sido?


Existe um ditado popular que diz que quem tem, tem medo. Como todos têm, imagine-se o medo dos que têm dívidas a pagar (27/03/2017).

sexta-feira, 5 de junho de 2015

O mundo lulopetista e as caixas de lenços de papel.

Eu ando lendo e ouvindo uma porção de coisas que me faz chegar à conclusão que o Brasil não é pais para amadores. Amador não entende este país. Será que um dia entenderei?  Outro dia aportei no blog de Francisco Weffort e encontre a magistral comparação: “Tanta é a corrupção nos governos do PT que, como já se disse, os casos se encadeiam uns aos outros como lenços de papel. Quando você puxa um saem pelo menos três.  De uma caixinha de lenços para outra, a fileira parece tornar-se interminável[1]. É isto mesmo.

Criou-se a Lei de Acesso à Informação para controlar o governo, que para não ser controlado cria caixas pretas (ver o BNDES e os empréstimos os países amigos e pra as empresas do peito). Agora querem identificar os israelitas imaginando que poderiam estar desenvolvendo armamentos que poderiam usar contra os palestinos. E entregar esta relação (de bandeja) ao Comitê Santa-Mariense de Solidariedade ao Povo Palestino[2].

Outro dia andei comentando que Dilma estava certa quando falava, em sua campanha, que o seu governo era padrão FIFA. Teve gente que não gostou achando que eu estava desprestigiando a Doutora Presidenta. Não estava; eu estava achando que ela era coerente. A Polícia Federal norte-americana (FBI) mostrou-nos o que era a FIFA.

Agora preciso fazer um reparo: não é o Brasil que é padrão FIFA; é a FIFA que é padrão Brasil lulopetista. Basta comprar os valores da corrupção brasileira com os valores da corrupção da FIFA.

Seu Blastter, frente as denúncias, resolver entregar o chapéu daqui a seis meses. Do lado de cá do Atlântico dona Dilma quer segurar o chapéu por mais 43 meses e seu Luís Inácio o quer por mais 48 meses.

Não há caixas de lenços que dê conta.